
Em meio a tantos símbolos possíveis para representar o universo da literatura, de onde veio a ideia da máquina de escrever?
A resposta talvez esteja na batida ritmada das teclas, no silêncio que antecede cada parágrafo ou na beleza de um objeto que nos conecta com tempos mais lentos — e mais atentos.
A máquina de escrever é, para nós, mais do que uma peça vintage ou um charme retrô. Ela é um lembrete. De que a escrita já foi um ato de presença. Que antes de “editar” e “postar”, era preciso pensar, sentir, bater tecla por tecla com intenção.
Sem botão de apagar, sem correção instantânea. O erro deixava marca, o acerto era definitivo. E havia uma poesia nisso tudo.
Escolhemos a máquina de escrever como símbolo porque ela representa o que acreditamos:
– Que escrever é um gesto de coragem.
– Que as palavras têm peso, ritmo e corpo.
– Que há beleza no imperfeito, no rascunho, na tentativa.
– Que viver (e ler) com profundidade é mais importante do que correr para o próximo capítulo.
Ela também conversa com o estilo da Literalices:
Clássico, sem ser antiquado. Poético, sem ser inalcançável.
Uma ponte entre o ontem e o agora.
Ao olhar para ela — sobre uma mesa, ao lado de livros antigos, num canto de aconchego — sentimos que ali começa uma história. E é isso que queremos provocar com cada camiseta da nossa marca: a sensação de que ali há uma ideia que pulsa. Um pensamento que merece ser vestido.
A máquina de escrever é o que nos lembra que a literatura não é só leitura. É também presença, escolha, identidade.
E você — que frase colocaria na sua folha em branco hoje?

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